Chatos, E AGORA?
Como a Igreja Baruânica trata o caso de fiéis com
infestação de piolhos pubianos (chatos)?
Segundo
os Preceitos de Higiene do Varão Fiel, um apêndice prático do Gacúy,
a presença de parasitas nos pelos íntimos não anula a santidade dos pelos,
mas exige uma intervenção medicinal cuidadosa e autorizada, sem recorrer
diretamente à raspagem.
1. Diagnóstico e dever de relatar:
O fiel
deve procurar, com discrição e humildade, o barxã de saúde ou o obreiro
de pureza corporal, que o orientará a buscar um diagnóstico clínico
imediato. A omissão é considerada impureza e fraqueza espiritual.
2. Uso de tratamentos aprovados:
São autorizados
os seguintes métodos, desde que não envolvam remoção dos pelos:
- Loções e shampoos
específicos (à base de permetrina ou ivermectina), aplicados com óleo de baru
em partes para evitar ressecamento ritual.
- Pentes finos rituais, passados com o
acompanhamento de um obreiro, quando necessário.
- Banhos de assento com água
morna e folhas de baru e barbatimão, recomendados em templos rurais.
3. Raspagem só em último caso — com permissão
ritual:
Se a
infestação for intensa e o tratamento convencional não surtir efeito, a
raspagem parcial dos pelos pubianos pode ser autorizada, desde que o
fiel passe pela cerimônia do Desvelar do Sagrado — exatamente como
no caso de cirurgia íntima.
O fiel,
nesse caso, deve deixar a barba e os pelos do peito intocados, para
manter a “cobertura do pacto”, e comprometer-se com o crescimento imediato dos
pelos pubianos após a cura.
4. Reintegração ao templo:
Durante o tratamento, o fiel pode ser afastado dos rituais nus, mas pode continuar participando dos cultos de cueca e kippah. Quando os pelos voltarem a crescer, o barxã realiza a oração de Revestimento da Virilidade, marcando seu retorno pleno.
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